O programa que a vítima instalou antes do golpe, o site falso que imita o banco, o perfil anônimo por trás das ofensas: tudo isso deixa vestígios técnicos examináveis. Esta página explica as duas frentes — análise de software e OSINT.
Duas frentes complementares de investigação. Na análise de software, examina-se um executável ou instalador suspeito — o programa que a vítima baixou antes da fraude, a ferramenta usada num incidente, o aplicativo cuja legitimidade se discute — sem executá-lo, extraindo dele estrutura, conteúdo e assinatura. Na investigação em fontes abertas (OSINT), coleta-se e documenta-se, com valor probatório, o que está publicamente disponível: perfis, registros de domínio, publicações, vazamentos indexados.
Vítima de golpe que instalou "módulo de segurança" falso; empresa que quer validar ferramenta antes de adotar; disputa sobre o que determinado programa realmente faz; verificação de assinatura de código de fornecedores.
Identificação de perfis por trás de ofensas e golpes, mapeamento de infraestrutura de sites fraudulentos (domínios, hospedagem, conexões), verificação de histórico público de pessoas e empresas em litígio.
OSINT forense usa exclusivamente informação pública ou legitimamente acessível — nada de invasão, engenharia social ou acesso a dados protegidos. O que se ganha em contrapartida: prova utilizável, coletada e documentada de forma íntegra.
Exame de estrutura, empacotamento, strings, bibliotecas e recursos de arquivos suspeitos, com parecer sobre indícios de malícia e sobre o comportamento esperado do programa.
Validação de certificados de assinatura digital de software, verificação de cadeia de confiança e detecção de binários adulterados ou reempacotados.
Coleta estruturada em fontes públicas — redes sociais, registros de domínio, cadastros, publicações — com preservação (hash, carimbo de tempo) que sustente o uso em juízo.
Mapeamento técnico de páginas falsas e campanhas de phishing: domínios, certificados, hospedagem e conexões entre elas — subsidiando notificações, remoções e responsabilização.
Correlação técnica entre artefatos digitais e identidades (contas, dispositivos, padrões de uso), sempre com a declaração honesta do grau de certeza que cada vínculo comporta.
Não execute o arquivo. Descreva o caso e combinamos o envio seguro da amostra. A avaliação preliminar não gera compromisso.